Na última sessão do julgamento da providência cautelar de proibição de venda do livro “Maddie - A Verdade da Mentira”, realizada ontem (10) no Palácio da Justiça de Lisboa , a advogada de Kate e Gerry McCann, Isabel Duarte, acusou o inspector da Polícia Judiciária Ricardo Paiva, que permanece ligado à investigação do desaparecimento de Maddie, criança desaparecida em 2007 no Algarve, de ter produzido declarações falsas no julgamento.
Isabel Duarte apresentou provas em Tribunal que podem comprometer a PJ abrir caminho à reabertura do caso da menina inglesa. Durante as alegações finais do julgamento, a advogada garante que há informações sobre a menina desaparecida que têm chegado à Polícia Judiciária e que não têm sido tomadas em conta.
Gonçalo Amaral, presente nas alegações finais do julgamento da proibição de comercialização do seu polémico livro, observou que o processo “foi mal arquivado”, ilibando Kate e Gerry McCann, indiciados de envolvimento no desaparecimento de Maddie.
“Sinto-me legitimado para pedir a reabertura”, disse, à saída do Palácio da Justiça, o ex inspector da Polícia Judiciária.





